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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Lisboa pelintra.

O Jumento chama a atenção para a Lisboa cada vez mais pelintra, e um dos exemplos é que «o Terreiro do Paço parece o parque de campismo de Monte Gordo». Passei por lá no Domingo e fiquei de boca aberta. A comparação com o parque de campismo de Monte Gordo é ajustada. Mas, aquele abarracamento pelintra albergou, durante o fim de semana, a Festa da Diversidade, e o meu camarada José Leitão escreveu que «É positivo que a Câmara Municipal de Lisboa tenha disponibilizado um espaço tão rico de significado como o Terreiro do Paço para a sua realização contribuindo para dar visibilidade à diversidade e ao cosmopolitismo que caracterizam Lisboa cada vez mais.» Com todo o respeito pelo evento, cosmopolitismo? Aquele abarracamento naquela praça? Terceiro-mundismo é o que é.

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Lisboa.

Chegámos ao último dia da campanha eleitoral para as eleições intercalares em Lisboa. Está à vista de todos que a cidade nunca esteve tão abandonada e maltratada. A todos os níveis: dos espaços verdes à reabilitação urbana, da cultura à limpeza. Das finanças aos recursos humanos – um capital precioso (de conhecimento e dedicação) indispensável para «fazer» a cidade que está desmotivado e sem rumo. Este foi o resultado da gestão do PSD/CDS nos últimos seis anos. Lisboa precisa de ser tratada por quem goste de a ver bonita, por quem lhe dedique atenção e não lhe meta os cornos. Agora, neste acto eleitoral, é preciso escolher uma nova liderança e uma nova maneira de olhar e de tratar Lisboa. Nas actuais circunstâncias, António Costa é o único que tem condições de assumir e protagonizar essa mudança. Por isso, e por Lisboa, votarei na sua candidatura.